Teu nome é meu refúgio quando, à noite,
Alcatéia de névoas me consome;
É o templo onde com fé veraz murmuro
E o eco, a repetir, canta teu nome.
Teu nome é como um símbolo chinês,
Da grandeza um exemplo, e do renome:
Tudo o que há de elevado a se cantar
Pode utilizar notas do teu nome.
Teu nome é a serenata de um boêmio
A perdurar depois que a Lua some;
É a luz de um Sol Terrestre que cintila
E a todos traz a bênção que é teu nome.
Teu nome é canibal ensandecido
Que deste peito meu coração come,
Coração que, batendo, só consegue
Pulsar com eloqüência esse teu nome!
Teu nome é uma Ventura sem final,
E eu desejo vivaz que ele me tome,
Pois vem à minha voz enquanto dormes
A sonhar meus sussurros de teu nome!...








